A foto vencedora, com 11 votos foi do Leonardo da RuasMensGrooming. Parabéns IMG_20260921_211328_(800_x_1421_pixel).jpg (Tamanho: 322.62 KB / Downloads: 4)
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Aberto o espaço para as aquisições do mês
Aberto o espaço para o barbear do dia
Em outro tópico , o grande amigo Igor (MaximusBrow) me desafiou a contar um resumo da minha trajetória no barbear clássico. Portanto, desafio aceito, confrades! Para contar como cheguei até aqui, precisei resgatar alguns arquivos antigos e fotos arquivadas. O registro exato do meu primeiro barbear clássico data de 18 de agosto de 2013 (pouco mais de 13 anos atrás). O início de tudo Eu sempre tive uma postura bastante questionadora diante das coisas cotidianas. Na época, aos 21 anos, eu trabalhava como produtor e editor de vídeo para um canal no YouTube. Em certa ocasião, fui escalado para cobrir um evento e, durante os preparativos, fui fazer a barba com os velhos multilâminas descartáveis de costume. O resultado foi desastroso: cortes no pescoço, vermelhidão generalizada e uma sequência dolorosa de pelos encravados. Minha pele sempre foi extremamente sensível, e o ato de barbear era um suplício que eu adiava o quanto podia. Meu pai já havia abandonado as lâminas há anos e usava aquele barbeador elétrico tradicional da Philips com três discos giratórios. Para mim, o cenário parecia um beco sem saída: ou eu enfrentava a agressão do plástico descartável, ou apelava para aparelhos elétricos que até resolviam pela metade, mas deixavam o rosto com aspecto e toque de lixa d'água. Como descobri o barbear clássico? Naquele mesmo ano, passei a acompanhar com frequência o blog Art of Manliness. Num dia de pura frustração com o estado da minha pele, entrei na seção de Grooming e dei de
Pergunta aos amigos do BTB. Caros amigos do barbear tradicional, Gostaria de fazer uma pergunta aos amigos do fórum: qual tema vocês mais gostam de conversar, discutir e trocar ideias quando o assunto é barbear clássico? Lâminas? Safety razors? Pincéis? Sabões e cremes? Navalhas?, as fotos do Insta do João Americo? Eu, particularmente, gosto muito de falar sobre três assuntos: 1. Barbeadores vintage. É algo que aprecio muito e sobre o qual consigo passar horas conversando com um amigo. 2. Barbeadores open comb. É, sem dúvida, o meu estilo preferido de barbeador. 3. E, finalmente, falar mal do King C. Gillette. Sim, eu simplesmente não consigo compreender como um aparelho tão aquém do nome que carrega pode ser associado ao próprio criador da Gillette. A máquina é cara, pouco eficiente e, na minha opinião, absolutamente indigna da alcunha que recebeu. Confesso aos vossos senhores que, quando estou de mal com a vida, vou para o meu banheiro com o KCG na mão, observo-o atentamente e o insulto das formas mais inimagináveis. E, depois de três ou quatro minutos nessa prática, estou pronto para encarar a vida de frente. Nada de Rivotril... apenas uma boa sessão de desabafo. Mas vamos deixar minhas preferências e minhas amarguras de lado. Quero saber de vocês: quais são os temas de que vocês mais gostam de falar, discutir, debater e trocar experiências? Lâminas, máquinas, técnicas, história, fabricantes, produtos ou alguma outra coisa? Estou curioso para saber. Abraços,
Saudações, respeitáveis portadores de barba. Este é o meu primeiro post nesta bonita comunidade. Comecei a praticar o barbear tradicional há cerca de 1 mês. Ainda sou um mero filhote nesta atividade secular. Mas fiquei surpreso e feliz ao descobrir que existe — pasmem — um fórum dedicado exclusivamente à isso! E por isso, gostaria de fazer minha primeira contribuição à comunidade levantando a seguinte discussão: É fácil encontrar defensores da barba pós-banho. Fácil nada, são literalmente a maioria. E faz sentido, não é? O rosto está limpo, a barba amolecida, os poros abertos. É uma tela em branco para o artista criar sua obra. Mas minha indagação é: Alguém aqui se barbeia durante o banho? (o título do post foi um trocadilho) Nos meus anos de Prestobarba, sempre fiz assim. Acho mais prático e rápido para o dia-a-dia. Só pendurar um espelhinho na parede do box, e pronto. Então ao migrar para o barbear tradicional, não vi motivos para mudar este hábito. Bom... Pelo visto existem alguns motivos. Aparentemente, lâminas e aparelhos low-end adoram oxidar em contato com a umidade. Creio que o barbear durante o banho só vai acelerar este processo. Alguém mais faz a barba no chuveiro? ou será que eu estou cometendo uma infração gravíssima? Será que alguém deve me parar? Um excelente fim de semana à todos!
Saudações, respeitáveis portadores de barba. Este é o meu primeiro post nesta bonita comunidade. Comecei a praticar o barbear tradicional há cerca de 1 mês. Ainda sou um mero filhote nesta atividade secular. Mas fiquei surpreso e feliz ao descobrir que existe — pasmem — um fórum dedicado exclusivamente à isso! E por isso, gostaria de fazer minha primeira contribuição à comunidade levantando a seguinte discussão: É fácil encontrar defensores da barba pós-banho. Fácil nada, são literalmente a maioria. E faz sentido, não é? O rosto está limpo, a barba amolecida, os poros abertos. É uma tela em branco para o artista criar sua obra. Mas minha indagação é: Alguém aqui se barbeia durante o banho? (o título do post foi um trocadilho) Nos meus anos de Prestobarba, sempre fiz assim. Acho mais prático e rápido para o dia-a-dia. Só pendurar um espelhinho na parede do box, e pronto. Então ao migrar para o barbear tradicional, não vi motivos para mudar este hábito. Bom... Pelo visto existem alguns motivos. Aparentemente, lâminas e aparelhos low-end adoram oxidar em contato com a umidade. Creio que o barbear durante o banho só vai acelerar este processo. Alguém mais faz a barba no chuveiro? ou será que eu estou cometendo uma infração gravíssima? Será que alguém deve me parar? Um excelente fim de semana à todos!
Por que os homens vivem menos? A ciência já encontrou várias explicações. Genética, comportamento, acidentes, doenças cardiovasculares, alimentação, estresse, hábitos de vida, tentativa frenética de se divertir com tudo? Eu tenho outra teoria. O problema começa quando o homem descobre que quase tudo pode esperar. Não é exatamente negligência. É uma habilidade. Homem é especialista em postergar problema. A torneira começa a pingar. “Depois eu vejo.” O botão do controle remoto precisa apertar três vezes. “É a pilha.” O tênis começa a abrir na lateral. “Dá para usar mais um pouco.” O carro acende uma luz no painel. “Essa aí sempre acende.” Não é que ele ignore o problema. Ele simplesmente estabelece prioridades. E, quando o assunto é o próprio corpo, o método continua funcionando perfeitamente. Acorda com uma dor estranha. “Deve ser jeito que eu dormi.” Dura três dias. “Deve ser postura.” Dura duas semanas. “Deve ser coluna.” Depois começa a incomodar o braço. “É porque estou trabalhando muito.” E assim o sujeito vai acumulando pequenos avisos, até que um dia, incapacitado para sair de rolezinho com os brothers, decide finalmente procurar ajuda. O médico pergunta: “Há quanto tempo você está sentindo isso?” O homem faz uma pequena pausa. “Uns oito meses.” “E por que não veio antes?” O homem olha para ele com a serenidade de quem realmente não entende a pergunta. “Porque não estava tão ruim.” Talvez esteja aí uma das razões. Homem não costuma medir o perigo pelo que está acontecen
Por que os homens vivem menos? A ciência já encontrou várias explicações. Genética, comportamento, acidentes, doenças cardiovasculares, alimentação, estresse, hábitos de vida, tentativa frenética de se divertir com tudo? Eu tenho outra teoria. O problema começa quando o homem descobre que quase tudo pode esperar. Não é exatamente negligência. É uma habilidade. Homem é especialista em postergar problema. A torneira começa a pingar. “Depois eu vejo.” O botão do controle remoto precisa apertar três vezes. “É a pilha.” O tênis começa a abrir na lateral. “Dá para usar mais um pouco.” O carro acende uma luz no painel. “Essa aí sempre acende.” Não é que ele ignore o problema. Ele simplesmente estabelece prioridades. E, quando o assunto é o próprio corpo, o método continua funcionando perfeitamente. Acorda com uma dor estranha. “Deve ser jeito que eu dormi.” Dura três dias. “Deve ser postura.” Dura duas semanas. “Deve ser coluna.” Depois começa a incomodar o braço. “É porque estou trabalhando muito.” E assim o sujeito vai acumulando pequenos avisos, até que um dia, incapacitado para sair de rolezinho com os brothers, decide finalmente procurar ajuda. O médico pergunta: “Há quanto tempo você está sentindo isso?” O homem faz uma pequena pausa. “Uns oito meses.” “E por que não veio antes?” O homem olha para ele com a serenidade de quem realmente não entende a pergunta. “Porque não estava tão ruim.” Talvez esteja aí uma das razões. Homem não costuma medir o perigo pelo que está acontecen
Boa noite, senhores! É com enorme satisfação que encontro esta comunidade em plena atividade. Estive presente durante um bom período na fase anterior do fórum e guardo excelentes recordações desse tempo, em particular da camaradagem com o Udrako (Ulisses), com quem cheguei a partilhar a caça e importação daquelas clássicas mugs da Old Spice. Por força das reviravoltas da rotina, acabei por deixar o barbear tradicional em segundo plano durante alguns anos. Contudo, uma conversa recente com um barbeiro clássico local reavivou o interesse e motivou-me a procurar saber se a confraria ainda se mantinha de pé. Hoje decidi desempacotar a coleção e acabei por resgatar uma relíquia: um sabão da Saboaria Ingá (um abraço ao Ivan!) de uma tiragem especial para o fórum de 2015. Surpreendentemente, a fragrância e a densidade da espuma continuam exemplares. Estou agora a inteirar-me das novidades do meio após este hiato. Um forte abraço a todos os confrades, tanto aos veteranos da velha guarda como aos membros mais recentes!
Boa noite, senhores! É com enorme satisfação que encontro esta comunidade em plena atividade. Estive presente durante um bom período na fase anterior do fórum e guardo excelentes recordações desse tempo, em particular da camaradagem com o Udrako (Ulysses), com quem cheguei a partilhar a caça e importação daquelas clássicas mugs da Old Spice. Por força das reviravoltas da rotina, acabei por deixar o barbear tradicional em segundo plano durante alguns anos. Contudo, uma conversa recente com um barbeiro clássico local reavivou o interesse e motivou-me a procurar saber se a confraria ainda se mantinha de pé. Hoje decidi desempacotar a coleção e acabei por resgatar uma relíquia: um sabão da Saboaria Ingá (um abraço ao Ivan!) de uma tiragem especial para o fórum de 2015. Surpreendentemente, a fragrância e a densidade da espuma continuam exemplares. Estou agora a inteirar-me das novidades do meio após este hiato. Um forte abraço a todos os confrades, tanto aos veteranos da velha guarda como aos membros mais recentes!
Fatboy, BMW e Fuscas: meu irmão esta certo ou só é doido mesmo?? Existe uma pergunta que volta e meia aparece no barbear tradicional: Afinal, o que dá mais prazer? Usar uma máquina moderna, precisa, projetada por engenheiros que provavelmente nunca viram uma lâmina DE sendo usada, ou colocar uma lâmina em um barbeador que já estava trabalhando quando nossos pais ainda mijavam nas fraldas?? Eu já pensei bastante nisso. Tenho máquinas modernas muito boas. Tenho minha Rockwell T2, Mühle R41, Parker e, recentemente, comprei uma Yaqi The Final Cut. E preciso fazer justiça à máquina: é excelente. Robusta, ajustes precisos e um cabo relativamente curto, que deixa o conjunto muito bom na mão. É daquelas máquinas que você pega e já percebe que fizeram um negócio direito. Mas, quando a conversa é sobre prazer, e não simplesmente sobre eficiência, para mim a coisa muda um pouco. Talvez eu tenha aprendido isso com meu irmão mais velho. Ele sempre gostou de carros antigos. E não daquele jeito de comprar um carro velho, colocar numa garagem, passar um pano e ficar olhando para ele. Meu irmão gosta é de andar nos carros. Já teve dois Fuscas placa preta, um Opala 1973 também placa preta, restaurou uma Brasília quatro portas e, numa dessas loucuras que só quem gosta de carro antigo entende, trouxe a Brasília andando de Belo Horizonte até São Paulo. E olha que a Brasília estava precisando urgentemente de restauração. Mesmo assim, veio. Foi parado uma vez na estrada. Segundo ele, muito mais pel
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