Dernier sujet il y a 45 h

Forum Bastões de trekking: Usar ou não usar?

altamontanha.com/bastoes-de-trekking-usar-ou-nao-usar ↗

Forum WordPress en portugais.

Discussions par jour
1
Discussions collectées
10
Rubriques
0
Sources suivies
1
Moteur
WordPress

Dernières discussions

Relevé toutes les 4 heures depuis le flux public du forum. Seuls le titre, le lien et le début du message sont repris ; chaque lien renvoie à la source.

Resgate recupera 15 corpos após avalanche no acampamento base do Himlung Himal

Dez socorristas liderados por Pasang Kaji Sherpa recuperaram oito corpos na quinta-feira; um trabalhador continua desaparecido após avalanche atingir o acampamento base em 27/09 Após Mingma G suspender as buscas, as equipes de resgate da Associação Nacional de Guias de Montanha do Nepal (NMA) seguiram com novas tentativas e recuperaram 15 dos 16 trabalhadores de alta altitude soterrados por uma avalanche no acampamento base do Himlung Himal, no Nepal. Equipes trabalhando na retirada dos corpos soterrados. Foto: NNMGA Em 01/10, uma equipe formada por dez socorristas e liderada por Pasang Kaji Sherpa, guia de montanha certificado pela IFMGA, encontrou mais oito corpos. Com isso, o número de vítimas recuperadas chegou a 15. No entanto, um trabalhador permanece desaparecido, e as buscas continuam. A avalanche ocorreu em 27/09, quando uma forte nevasca atingiu o acampamento base do Himlung Himal. A massa de neve caiu sobre as estruturas utilizadas como cozinha e refeitório, onde os trabalhadores estavam se preparando para o início da temporada de expedições comerciais. Trabalhadores foram soterrados dentro das tendas Ao todo, 16 trabalhadores estavam nas estruturas atingidas pela avalanche, sendo 14 funcionários da cozinha e dois guias de escalada. De acordo com o relato de Chheten Lama Bhote, um dos sobreviventes, as pessoas que conseguiram escapar estavam posicionadas um pouco mais afastadas na encosta e não foram atingidas diretamente pela massa de neve. Diferentemente de outro

Incêndio no Kilimanjaro leva ao fechamento duas rotas na montanha

Fogo começou na região de Sangarini-Kamwanga e avançou em direção ao Planalto de Shira no Kilimanjaro. Por isso, autoridades mobilizaram equipes para combater as chamas e suspenderam temporariamente as rotas Lemosho e Londorosi Um novo incêndio está atingindo o Monte Kilimanjaro, na Tanzânia, poucos dias depois de outro grande incêndio ter queimado uma extensa área da montanha. O novo foco começou por volta de 27 de setembro, na região de Sangarini-Kamwanga, avançando em direção ao Planalto de Shira, dentro do Parque Nacional do Kilimanjaro. Diante do avanço das chamas, a Tanzania National Parks Authority (TANAPA), responsável pela administração do parque, determinou a suspensão temporária das rotas Lemosho e Londorosi , duas das principais vias utilizadas por montanhistas para chegar ao cume do Kilimanjaro. O incêndio formou uma enorme nuvem de fumaça. Imagem capturada do vídeo de @mountkilimanjaro Assim, os montanhistas que tinham expedições programadas por essas rotas estão sendo direcionados para outros acessos à montanha, entre eles Machame, Marangu e Rongai, conforme informações divulgadas pelas autoridades. Combate ao incêndio continua As equipes de combate permanecem mobilizadas na região de Shira. Até o momento, segundo informações divulgadas por um jornal local, grande parte da área atingida já foi controlada. No entanto, ainda existem pontos com fogo ou fumaça sob a vegetação. Mais de 135 bombeiros foram enviados para participar da operação. Ao mesmo tempo, o traba

Avalanche no Himlung Himal: Mingma G. encerra buscas, 12 trabalhadores permanecem soterrados

Após liderar uma operação de alto risco para recuperar os corpos de Nirmal Purja e outros montanhistas no Broad Peak, Mingma G. suspendeu as buscas no Himlung Himal diante da dimensão da avalanche e das condições do acampamento-base. A operação de busca e recuperação no Himlung Himal, no Nepal, chegou ao fim em 29/09, depois que a equipe liderada pelo montanhista Mingma G. recuperou quatro corpos no acampamento-base atingido por uma avalanche. Outros 12 trabalhadores continuam soterrados sob uma camada de neve e detritos estimada em aproximadamente 4,3 metros. Segundo Mingma G., as quatro vítimas encontradas indicam que não há sobreviventes entre os trabalhadores que continuam desaparecidos. Diante da profundidade da neve, das baixas temperaturas e da instabilidade do terreno, a equipe decidiu suspender as escavações. A recuperação dos corpos deverá ser retomada quando as condições da montanha permitirem uma operação com menor risco. Acampamento base no Himlung Himal em 2021. Foto: Maria Tereza Ulbrich A decisão encerra, pelo menos temporariamente, uma operação que começou poucas horas depois da avalanche que atingiu o acampamento-base do Himlung Himal, montanha de 7.126 metros localizada na região de Manang. A equipe da Nepal National Mountain Guide Association (NNMGA), liderada por Mingma G., chegou ao local com a expectativa de encontrar sobreviventes. Os trabalhos, porém, encontraram uma situação muito diferente: o acampamento havia sido completamente soterrado e a profun

Um Circuito Mágico

Agora que você já conhece fatos básicos sobre a Islândia, deixe-me descrever um pouco da minha experiência ao percorrer o país por duas semanas. Acredito que o fato mais notável sobre a Islândia seja a diversidade (e expressividade) de suas paisagens, apesar de a maior parte dela ser um monótono campo de lava intercalado por grama rasteira. O Ring Road. Você pode contornar a ilha através do Ring Road , são 1.300 km de uma esplêndida obra de engenharia. Na realidade, percorri o dobro disso, seja pelo acesso a localidades no interior do anel viário, seja pela necessidade de contornos dos fiordes. O trajeto normalmente começa pelo sul , onde o país é uma grande planície. Ele é chamado de Golden Circle , acessando inicialmente o Parque de Thingvellir, o primeiro dos três PNs da Islândia. Seus preciosos 24 mil hectares abraçam o desfiladeiro que separa as duas placas tectônicas sobre as quais o país se assenta. Foi neste local impressionante que o primeiro parlamento do mundo foi estabelecido, quando os chefes tribais se reuniam acampados para resolver suas disputas. Ele é especial, por unir a natureza à história. Thingvellir com a fenda entre as placas tectônicas. Essa região, como muitas outras, é geotérmica, com muitos gêiseres. O maior deles, entretanto, permanece dormente desde o início do século – foi ele que nomeou todos os demais. Há cachoeiras belíssimas, abastecidas pelos glaciares – grandes correntes que jorram de cânions estreitos ou saltos vertiginosos que vertem de p

Anja Koehler e Felipe Ho conquistam três medalhas nos Jogos Sul-Americanos de Santa Fe

Os atletas brasileiros se destacaram na estreia da escalada esportiva nos Jogos Sul-Americanos, realizados em Santa Fe, na Argentina. Ao todo, Anja Koehler e Felipe Ho conquistaram três medalhas para o Brasil nas disputas de boulder e dificuldade (lead). Anja durante a prova de dificuldade. Foto: Rosita Belinky Anja, que já havia conquistado a medalha de ouro no boulder, também chegou à final da modalidade dificuldade e voltou para casa com a medalha de prata. Por sua vez, Felipe Ho conquistou a prata na dificuldade, modalidade que é sua especialidade. Anja Koehler conquista duas medalhas Representando o Brasil, Anja Koehler contou que seu objetivo nos Jogos Sul-Americanos era conquistar o ouro. No entanto, por uma diferença de 23 segundos a mais para concluir a via, a brasileira ficou com a medalha de prata na dificuldade. Anja com as duas medalhas. Foto: Rosita Belinky Apesar do resultado, a atleta destacou a importância de sua preparação mental durante a competição. “Mesmo assim, estou muito feliz com a forma como consegui lidar mentalmente com a competição. Senti pressão antes da prova, então conseguir manter o foco, confiar em mim mesma e fazer o top nas duas vias significa muito para mim! Sair dos Jogos Sul-Americanos com duas medalhas no Boulder e no Lead é algo de que tenho muito orgulho. Definitivamente, saio com vontade de mais, mas também muito grata por essa experiência”, escreveu em suas redes sociais. Na final feminina da dificuldade, a chilena Martina Castro co

Quando o relógio quebrou: As monções tardias e o novo normal do montanhismo no Himalaia

Há cerca de dez anos, sentar para conversar com operadores de expedição no Nepal trazia uma sensação quase reconfortante de previsibilidade. Entre uma xícara e outra de chá em Katmandu, ouvi do holandês Arnold Coster — veterano que fez do país sua casa e conhece as entranhas daquelas montanhas — uma explicação que resumia o otimismo da época: a cordilheira operava sob a precisão de um relógio suíço. :: Matéria relacionada: Caos e tragédia no Himalaia: Avalanche soterra Campo Base do Himlung e nevascas extremas encerram temporada no Manaslu As agências comemoravam a consolidação da temporada pós-monção no Manaslu . Era uma descoberta de ouro para o setor: um colosso de 8 mil metros viável comercialmente numa época em que o mercado tradicionalmente parava, oferecendo trabalho e cumes em série. A engrenagem parecia matemática. A aproximação acontecia ainda sob a cauda do verão, caminhando com guarda-chuva aberto por trilhas engolidas pela lama do vale do Budhi Gandaki. Na montanha, a neve caía religiosamente à tarde, mas as manhãs limpas abriam a brecha exata para que sherpas e guias fixassem cordas e estabelecessem os acampamentos. A mágica acontecia por volta do equinócio. As últimas chuvas despejavam uma nevasca pesada enquanto os alpinistas cumpriam o descanso final da aclimatação no Campo Base. Logo em seguida, por volta do dia 24 de setembro, o tempo limpava. Grandes avalanches naturais expurgavam o excesso acumulado nas encostas íngremes e, com o manto nival assentado, ab

Caos e tragédia no Himalaia: Avalanche soterra Campo Base do Himlung e nevascas extremas encerram temporada no Manaslu

Uma frente meteorológica severa originada na Baía de Bengala atingiu o Nepal com violência nos últimos dias, transformando a temporada de outono no Himalaia em um cenário crítico de emergência e instabilidade generalizada. Enquanto montanhistas de todo o mundo enfrentam o cancelamento antecipado das investidas no Manaslu , um desastre de grandes proporções atingiu o Himlung Himal (7.126 m), montanha remota situada no vale de Nar-Phu, distrito de Manang, nas proximidades da fronteira com o Tibete. Tragédia no Acampamento Base do Himlung Na manhã de domingo, uma enorme avalanche desceu das encostas superiores e varreu com violência o Acampamento Base do Himlung, soterrando a estrutura que começava a ser erguida e deixando ao menos 14 trabalhadores locais nepaleses desaparecidos. Diferente de acidentes convencionais de montanha que afetam clientes comerciais em rotas de cume, a tragédia no Himlung não envolveu alpinistas estrangeiros. O Departamento de Turismo do Nepal sequer havia finalizado a emissão de permissões para grupos internacionais, e as linhas de cordas fixas ainda não estavam prontas. As vítimas são guias, carregadores de altitude e profissionais de cozinha de agências locais, incluindo a Himalayan Holidays e a Imagine Nepal. As equipes haviam subido com antecedência para adiantar a logística das expedições previstas para o mês de outubro. Acampamento base do Himlung. Na direita observa-se uma barraca semi enterrada na neve. Fonte: Mingma G. Local atípico e resgate

1ª Conferência Leave No Trace no Brasil reúne especialistas para discutir o futuro das atividades ao ar livre

O Brasil recebe, em outubro, a primeira conferência da Leave No Trace, organização global referência na conservação de ambientes naturais. O encontro será realizado em Lídice, distrito de Rio Claro (RJ), que recentemente inaugurou a trilha Volta das Águas de Rio Claro, considerada a maior de longo curso dentro de um mesmo município brasileiro, com mais de 310 quilômetros de extensão. O Trail Running é uma das atividades na Conferência. Foto: Divulgação Gear Tips A conferência busca construir uma agenda nacional voltada à educação para o mínimo impacto ambiental, tendo em vista o crescimento das atividades ao ar livre, que exige uma nova forma de pensar a educação dos visitantes, a gestão das áreas naturais e a construção de uma cultura nacional de mínimo impacto. “Nosso objetivo é discutir como fortalecer uma cultura de visitação responsável e ampliar o diálogo entre instituições, gestores, organizações da sociedade civil, redes colaborativas, empresas, operadoras, guias e condutores envolvidos com atividades em ambientes naturais”, afirma Pedro Lacaz Amaral, CEO do Gear Tips, empresa de educação voltada a atividades na natureza e representante oficial da Leave No Trace no Brasil, responsável pela organização do evento. O evento reunirá representantes de importantes organizações e instituições ligadas à conservação ambiental, ao ecoturismo e às trilhas no Brasil, como ICMBio, Fundação Florestal de São Paulo, Instituto Semeia, Rede Brasileira de Trilhas, eTrilhas, Caminho da M

O Teto Esquecido de Zanskar: A primeira ascensão brasileira ao Monte Kun (7.077 m)

O Himalaia é uma entidade vasta demais para caber nos clichês ocidentais. Quando a maioria dos montanhistas planeja uma incursão à maior cordilheira do planeta, o roteiro quase sempre obedece a um script consolidado: voo para Catmandu, pequeno avião até Lukla, trilhas povoadas por trekkers do mundo inteiro, pontes pênseis sobre rios caudalosos e a infraestrutura comercial e confortável dos lodges nepaleses (o que não quer dizer que isso seja ruim, aliás eu amo a região do Everest ). Pouca gente se dá conta de que o Himalaia não termina, e nem começa, no Nepal. Ao norte da grande barreira orográfica que retém as monções do Índico, na porção setentrional da Índia, estende-se um território completamente à parte: o Ladakh e a remota região de Zanskar . É um Himalaia árido, mineral, de ventos cortantes e vales profundos, onde a montanha ainda exige o espírito das expedições clássicas do século passado: autonomia, logística pesada, desconexão forçada e respeito absoluto pelas regras impostas pelo relevo. Nosso objetivo era o Monte Kun (7.077 m) , o ponto culminante acessível do maciço de Nun-Kun. Uma montanha gigantesca, técnica e isolada, que até então nunca havia registrado pegadas brasileiras em seu ponto mais alto. O choque de Leh e o “Pequeno Tibete” Aterrissar em Leh (3.500 m), a capital do Ladakh, é um alívio imediato para quem acabou de cruzar o calor asfixiante e o formigueiro caótico de Nova Déli . A mudança barométrica e cultural é instantânea. Saímos do ar úmido das pla

“Todo mundo olhou para cima”: highline de 1.111 metros movimenta São Bento do Sapucaí

Evento levou uma das maiores fitas de highline da América Latina para o cenário urbano da cidade e reuniu atletas, moradores e profissionais de diferentes países. Nos dias 19 e 20/09, São Bento do Sapucaí, no interior de São Paulo, tornou-se palco de uma das maiores linha de highline já realizadas no Brasil. Uma fita de 1.111 metros conectou o Morro do Cruzeiro ao heliponto da Pousada do Quilombo, tendo a Pedra do Baú como cenário. Considerada a terceira maior estrutura de highline do país, a iniciativa reuniu atletas, riggers, profissionais de audiovisual e produção do Brasil e do exterior. Federico Zurcher sobre uma linha atravessando o céu da cidade de São Bento do Sapucaí. Foto: Federico Taverna Mais do que uma travessia de longa distância, o projeto foi pensado para aproximar o esporte de montanha da população e inserir o highline no cotidiano de uma cidade conhecida pela relação com atividades outdoor. O resultado foi uma cena pouco comum: moradores acompanhando os atletas das ruas, casas, praças e estabelecimentos comerciais, enquanto uma fita atravessava o céu da cidade. “Todo mundo olhando para o céu. Todo mundo com atenção, todo mundo feliz, com o sorriso na cara”, conta o fotógrafo e produtor esportivo Federico Taverna, responsável pela concepção e organização do projeto. Um esporte para ser visto A experiência chamou atenção não apenas pelo tamanho da linha, mas pela reação de quem estava embaixo. Para os atletas Erika Sedlacek e Federico Eder Zurcher, acostumados

10 discussions collectées depuis le 16 septembre 2026. Suivre ce forum par mot-clé →