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Forum Bacillus velezensis no controle da ferrugem-asiática da soja

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Contratos futuros de soja batem recorde de posições abertas em Chicago

Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Chicago encerraram setembro com recorde mensal de posições em aberto. O total chegou a 1.118.872 contratos, segundo o CME Group, responsável pela operação da CBOT. A marca superou o recorde anterior, de 1.063.108 contratos, registrado em abril de 2026. A diferença foi de 55.764 posições, equivalente a um crescimento de aproximadamente 5,2%. O aumento ocorreu enquanto o mercado acompanhava negociações comerciais, atrasos pontuais na colheita dos Estados Unidos e o início do plantio brasileiro sob maior incerteza climática. Contratos futuros de soja somam 1,119 milhão de posições O número divulgado representa contratos que continuavam abertos ao fim do período. Essas posições ainda não haviam sido encerradas por uma operação inversa nem liquidadas por entrega ou vencimento. O resultado mostra maior utilização do mercado futuro por participantes que desejam proteger preços, assumir exposição ou ajustar estratégias. Ele não informa, isoladamente, se predominam apostas de alta ou de baixa. Também não deve ser confundido com o volume negociado. O volume mede quantos contratos trocaram de mãos durante uma sessão ou período. O interesse em aberto mostra quantas posições permanecem ativas. O que é interesse em aberto Um contrato futuro reúne uma posição comprada e outra vendida. Quando comprador e vendedor abrem novas posições, o interesse em aberto aumenta. Se uma posição existente é transferida para outro participante, o volume cre

Açúcar atinge máxima de 18 meses com riscos para a oferta de 2026/27

O preço do açúcar bruto alcançou nesta quinta-feira, 1º de outubro, o maior nível em 18 meses na bolsa de Nova York. O contrato de referência fechou a 18,94 centavos de dólar por libra-peso, alta de 1,8%, depois de atingir 19,05 centavos durante a sessão. O avanço refletiu preocupações com a produção mundial na temporada 2026/27. Ao mesmo tempo, a disponibilidade atual permanece suficiente, o que limita uma leitura de escassez imediata. Preço do açúcar sobe com risco para a próxima safra O mercado passou a incorporar dúvidas sobre a oferta em países produtores. Tailândia e União Europeia aparecem entre as origens com possibilidade de redução, enquanto as projeções para a Índia ainda variam conforme fonte, clima e destinação de cana. Estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos apontam produção mundial próxima de 185 milhões de toneladas em valor bruto. O resultado representa uma leve retração diante da temporada anterior. Essas projeções ainda podem mudar. Área plantada, produtividade, chuvas e políticas para etanol influenciam quanto açúcar cada país colocará no mercado. Oferta atual segue ampla A alta dos futuros ocorre mesmo com boa disponibilidade física no curto prazo. A entrega do contrato de outubro alcançou 1,45 milhão de toneladas, maior volume de 2026. Uma entrega elevada costuma indicar que havia produto apto e disponível nos pontos aceitos pela bolsa. Esse movimento funciona como contraponto às preocupações com a safra seguinte. Parte desse açúcar

Vira-cabeça do tomate: sintomas, tripes e como controlar a doença

O vira-cabeça do tomate está entre as viroses mais preocupantes da cultura porque pode se espalhar antes que os sintomas fiquem evidentes. O problema envolve a presença do vírus, de plantas hospedeiras e de tripes capazes de carregá-lo entre áreas. Por isso, reconhecer o padrão dos sintomas e compreender a transmissão são passos decisivos para agir no momento correto. O tema faz parte de um conjunto mais amplo de cuidados com o cultivo do tomate , uma cultura que exige acompanhamento frequente desde a produção das mudas até a colheita. Ficha rápida do vira-cabeça do tomate Espécie Agente mais conhecido: Tomato spotted wilt virus (TSWV). Vetores de destaque no tomateiro brasileiro: Frankliniella schultzei e Frankliniella occidentalis. Família Vírus: Tospoviridae. Tripes vetores: Thripidae. Ciclo As larvas jovens adquirem o vírus ao se alimentar de plantas infectadas. O vírus se multiplica no inseto e pode ser transmitido depois, sobretudo por adultos virulíferos, durante a alimentação em plantas sadias. Danos Bronzeamento e necrose das folhas, curvamento ou morte do ponteiro, redução do crescimento, anéis e manchas nos frutos, deformações e perda de valor comercial. Soluções Mudas sadias, barreiras físicas, cultivares resistentes, monitoramento, manejo de hospedeiros alternativos, retirada precoce de plantas sintomáticas e controle integrado dos tripes com produtos registrados. O que é o vira-cabeça do tomate e qual é o agente causador? O vira-cabeça é o nome dado a uma doença

Mancha de Alternaria em hortaliças: sintomas e controle

A chamada mancha de Alternaria não é uma doença única. O nome reúne quadros provocados por diferentes espécies do gênero Alternaria, e a importância de cada agente muda conforme a cultura e a região. Por isso, reconhecer o padrão das lesões é apenas o começo: a decisão de manejo deve considerar o hospedeiro, o histórico da área, o clima e, quando necessário, a confirmação laboratorial. Em hortaliças, o problema costuma ganhar força quando há inóculo em restos culturais ou sementes, molhamento foliar prolongado e plantas submetidas a senescência ou outros tipos de estresse. O objetivo do manejo integrado é reduzir essas oportunidades de infecção e proteger folhas, hastes, inflorescências, frutos e raízes comerciais antes que a desfolha comprometa o rendimento e a qualidade. Ficha rápida da mancha de Alternaria Espécies Varia conforme a cultura. Entre as mais relevantes estão Alternaria linariae, A. solani, A. grandis, A. alternata, A. brassicae, A. brassicicola, A. dauci e A. porri. Família Pleosporaceae. Ciclo O inóculo pode sobreviver em resíduos infectados, sementes e hospedeiros alternativos, conforme a espécie. Durante a safra, conídios disseminados pelo vento e por respingos podem iniciar novas infecções quando há umidade favorável. Danos Manchas foliares, amarelecimento, redução da área fotossintética, desfolha, lesões em hastes, inflorescências, frutos ou raízes e perda de qualidade comercial. Soluções Diagnóstico correto, sementes e mudas sadias, manejo de resíduos e

Míldio em hortaliças: diferenças entre os agentes

Em hortaliças, o nome míldio não identifica um único patógeno. Ele reúne doenças provocadas por oomicetos especializados em diferentes plantas. Na prática, a cultura hospedeira é a primeira pista para separar Peronospora , Pseudoperonospora , Bremia e outros gêneros. Plasmopara entra nessa comparação por sua importância no hortifrúti, principalmente na videira, embora a uva não seja uma hortaliça. Essa distinção interfere no diagnóstico, no momento de intervenção e na escolha do programa fitossanitário. O manejo deve combinar prevenção, redução do molhamento foliar, cultivares com resistência disponível, monitoramento e produtos registrados para a cultura e o alvo. O guia completo do controle de míldio e requeima no hortifrúti amplia essa visão sobre o Manejo Integrado de Doenças. Ficha rápida Espécies e agentes Pseudoperonospora cubensis em cucurbitáceas; Peronospora destructor em cebola e alho; Hyaloperonospora brassicae em brássicas; Bremia lactucae em alface; Plasmopara viticola em videira. Família Peronosporaceae, dentro dos oomicetos. A classificação taxonômica pode variar entre bases, mas esses organismos não são fungos verdadeiros. Ciclo Parasitas obrigatórios que se multiplicam em tecido vivo. Esporângios podem ser transportados pelo vento e por respingos; água livre e alta umidade favorecem germinação e infecção. Oósporos podem contribuir para a sobrevivência, conforme a espécie. Danos Manchas cloróticas e necróticas, redução da área fotossintética, desfolha, perda

Produção Integrada de Frutas (PIF): o que é e vantagens

A produção integrada de frutas organiza o cultivo a partir de normas técnicas, boas práticas agrícolas, manejo integrado, registros e auditoria. O objetivo é produzir com segurança, rastreabilidade e uso racional de recursos. A PIF pode utilizar defensivos registrados, inclusive produtos de síntese química não permitidos na produção orgânica, desde que o emprego siga a legislação, a bula, a norma da cultura e a recomendação técnica. Principais pontos A PIF faz parte da Produção Integrada Agropecuária, a PI Brasil, coordenada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. O sistema é voluntário e baseado em Normas Técnicas Específicas, que variam conforme a cultura. PIF não é sinônimo de produção orgânica: defensivos registrados podem ser utilizados de forma tecnicamente justificada e documentada. Caderno de campo, identificação de lotes e registros de pós-colheita sustentam a rastreabilidade e a auditoria. A certificação exige avaliação por organismo competente no escopo aplicável; adesão ao sistema não significa certificação automática. Benefícios econômicos dependem da cultura, da situação inicial da propriedade, dos custos de adequação e das exigências do comprador; não há prêmio de preço garantido. Ficha rápida Sistema Produção Integrada de Frutas (PIF), inserida no programa Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil). Abrangência Pomar, colheita, pós-colheita, documentação, segurança do trabalhador, ambiente e rastreabilidade, conforme a norma aplicável. Ciclo de gestão Plan

Algodão brasileiro ganha espaço e reacende debate sobre referência própria de preços

O preço do algodão brasileiro continua ligado principalmente aos contratos futuros negociados nos Estados Unidos. A referência internacional permanece central mesmo após o Brasil ampliar sua participação para cerca de 35% das exportações mundiais de pluma. Esse crescimento reacendeu a discussão sobre uma referência complementar que represente de forma mais direta a origem, a qualidade e a logística brasileiras. A proposta ainda está no campo do debate e não existe anúncio oficial de um novo contrato em operação. Para funcionar, um indicador ou contrato futuro brasileiro precisaria reunir compradores, vendedores, regras claras de entrega, classificação independente e volume suficiente de negócios. Preço do algodão brasileiro ainda segue Nova York O contrato Cotton No. 2, negociado na ICE Futures U.S., é a principal referência mundial para a fibra. Ele serve de base para contratos físicos em diferentes países. As negociações internacionais costumam combinar a cotação da ICE com um prêmio ou desconto. Essa diferença, conhecida como basis, ajusta o valor para origem, qualidade, frete, prazo e disponibilidade. No Brasil, o câmbio também tem peso direto. Como a referência é expressa em centavos de dólar por libra-peso, a variação do real altera o preço convertido para a moeda nacional. Brasil alcança cerca de 35% das exportações globais Projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indicam participação brasileira próxima de 35% no comércio mundial de algodão em 2026/2

Trigo paulista enfrenta chuva na colheita e incerteza sobre qualidade

O trigo paulista chegou à reta final da safra sob maior pressão do clima. Chuvas frequentes em setembro dificultaram a entrada das colhedoras e aumentaram a preocupação com a qualidade dos grãos destinados à moagem. Antes do período mais adverso, levantamento do Instituto de Economia Agrícola e da CATI indicava uma safra semelhante à anterior. Como os números foram coletados entre junho e julho, o resultado final ainda precisa incorporar os efeitos registrados durante a maturação e a colheita. Trigo paulista tinha produção estimada em 385 mil toneladas A estimativa oficial divulgada em agosto apontava 116,2 mil hectares cultivados, alta de 0,6% em relação ao ciclo anterior. A produção era calculada em 385,1 mil toneladas, avanço de 0,3%. O levantamento já previa produtividade menor por causa das condições climáticas observadas até aquele momento. A maior parte da produção estava concentrada nas regionais de Itapeva, Itapetininga, Ourinhos e Avaré. Juntas, essas quatro regiões respondiam por 93,7% do volume paulista projetado. Essa concentração faz com que problemas climáticos localizados no sudoeste do estado tenham impacto relevante sobre o resultado total. Setembro alterou o cenário da colheita A sucessão de dias chuvosos reduziu as janelas disponíveis para a operação. Em solo encharcado, máquinas perdem rendimento e podem causar compactação, formação de sulcos e danos à estrutura das áreas. O atraso mantém as espigas maduras expostas por mais tempo. Alternâncias entre chuv

Crescimento vegetativo do feijão: o que avaliar toda semana na lavoura

O crescimento vegetativo do feijão define a estrutura que sustentará flores, vagens e grãos. Entre a emergência e o aparecimento dos primeiros botões florais, a lavoura precisa ser acompanhada semanalmente para detectar falhas de estande, limitações nutricionais e problemas fitossanitários. A vistoria deve integrar planta, solo e clima. Uma alteração observada nas folhas pode ter origem em deficiência de nutrientes, compactação, falta de água, doença ou injúria causada por uma aplicação. Por isso, o diagnóstico não deve se apoiar em um único sintoma. Crescimento vegetativo do feijão começa pelo estande A primeira avaliação ocorre logo após a emergência. O produtor deve verificar a quantidade de plantas, a uniformidade e a presença de falhas ou reboleiras com desenvolvimento fraco. A área pode ser separada em talhões com solo, relevo e manejo semelhantes. Em cada talhão, três a cinco pontos fixos de amostragem permitem comparar a evolução durante as semanas. Nos pontos escolhidos, pode-se medir um trecho de linha e contar as plantas. As bordaduras devem ser evitadas porque nem sempre representam a condição predominante da lavoura. Falhas concentradas podem estar ligadas à semeadura, ao encharcamento, à formação de crosta, à profundidade irregular ou ao ataque de pragas de solo. A necessidade de correção deve ser avaliada com assistência agronômica. Folhas e ramificação mostram o vigor das plantas Após o estabelecimento, o acompanhamento passa a incluir as folhas trifolioladas

Trigo paulista enfrenta chuva na colheita e incerteza sobre qualidade

O trigo paulista chegou à reta final da safra sob maior pressão do clima. Chuvas frequentes em setembro dificultaram a entrada das colhedoras e aumentaram a preocupação com a qualidade dos grãos destinados à moagem. Antes do período mais adverso, levantamento do Instituto de Economia Agrícola e da CATI indicava uma safra semelhante à anterior. Como os números foram coletados entre junho e julho, o resultado final ainda precisa incorporar os efeitos registrados durante a maturação e a colheita. Trigo paulista tinha produção estimada em 385 mil toneladas A estimativa oficial divulgada em agosto apontava 116,2 mil hectares cultivados, alta de 0,6% em relação ao ciclo anterior. A produção era calculada em 385,1 mil toneladas, avanço de 0,3%. O levantamento já previa produtividade menor por causa das condições climáticas observadas até aquele momento. A maior parte da produção estava concentrada nas regionais de Itapeva, Itapetininga, Ourinhos e Avaré. Juntas, essas quatro regiões respondiam por 93,7% do volume paulista projetado. Essa concentração faz com que problemas climáticos localizados no sudoeste do estado tenham impacto relevante sobre o resultado total. Setembro alterou o cenário da colheita A sucessão de dias chuvosos reduziu as janelas disponíveis para a operação. Em solo encharcado, máquinas perdem rendimento e podem causar compactação, formação de sulcos e danos à estrutura das áreas. O atraso mantém as espigas maduras expostas por mais tempo. Alternâncias entre chuv

Hora do Drench da Produtividade: Proteção que Gera Produtividade

A história da cafeicultura no Sul de Minas passa de geração em geração e para continuar crescendo com sustentabilidade e alta produtividade, a inovação precisa estar no campo. O post Hora do Drench da Produtividade: Proteção que Gera Produtividade apareceu primeiro em Portal Mais Agro .

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